25 de julho de 2010

É... assim caminha a humanidade


Hoje em uma conversa interessante, chegamos a conclusão que o tempo para o mundo acabou. Nós humanos vamos conseguir acabar com o mundo. Nossa incapacidade de conseguir achar um novo modelo econômico para os habitantes do nosso planeta viver, nos fará por destruir o que temos em favor do capital. Quem comanda o capital não larga o osso. Quem pensa na sobrevivência humana quer a redução da ganância, sim, porque é ela que faz a roda insana do capitalismo desenfreado girar. Nós que queremos sobreviver continuamos alimentando o Dragão capitalista, o devorador de vidas, em todos os sentidos. Não sabemos sobreviver de outra maneira. Enquanto não se chega a uma conclusão. O planeta se entrega e se vinga, ele não aguenta mais. Os humanos não suportam o descontrole ambiental, com tantas enchentes, buracos na camada de ozônio, furacões, tornados, tsunames, vazamentos de petróleo e outras desgraças que estão acontecendo mundo afora.

O que fazer? Raul Seixas diria: " ...sentar com a boca escancarada e cheia de dentes e esperar a morte chegar". Zeca Pagodinho talvez proponha: " beber uma cerveja gelada para controlar o estresse da derrota". Será esse o futuro promissor, prometido pelo progresso para humanidade? Vamos concordar com Aldous Huxley? Talvez a ficção utópica seja a saída. Será que somos mais capazes do que isso? De nos destruir.

Não podemos esquecer que no modelito atual é a economia que determina a vida. Mudar esta ótica é tirar o osso da mão de quem não quer largar, é conflito, sem a mínima condição de se prever absolutamente nada, muito menos saber qual será a consequência dessa brincadeira de mau gosto. Mesmo correndo o risco do mundo acabar e os humanos serem extintos. Vamos continuar a alimentar o Dragão, cantar Raul acompanhado dos conselhos de Zeca.

Pobre das gerações futuras, que tem o melhor da tecnologia e sem tempo para viver.

É... assim caminha a humanidade.

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